Sindicatos realizam ato pelo direito ao descanso e fim da escala 6x1
Trabalhadores, aposentados, estudantes e ativistas foram às ruas em diversas cidades brasileiras nesta sexta-feira, 1º de maio, feriado que celebra o Dia Internacional do Trabalhador. Na pauta de reivindicações, as principais bandeiras eram o fim da escala de seis dias de trabalho e um de descanso

Image: Agência Brasil

Na pauta de reivindicações, as principais bandeiras eram o fim da escala de seis dias de trabalho e um de descanso (escala 6x1), sem redução salarial. Em Brasília, a manifestação foi no Eixão do Lazer, na Asa Sul.
Cleide Gomes com o netinho e a nora - Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
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Cleide, que atualmente trabalha com carteira assinada, recorda da época em que foi feirante autônoma e auxiliar de serviços gerais, sem carteira de trabalho. Ela chama a atenção para as ilegalidades cometidas contra suas colegas de profissão.
“Conheço pessoas que, agora, estão no trabalho, pois o patrão fala que hoje não é feriado, mas ponto facultativo. As coitadas não vão receber hora extra porque não sabem de seus direitos.”
O ato unificado 1º de Maio da Classe Trabalhadora foi organizado por setes centrais sindicais do Distrito Federal, com atrações culturais e discursos.
O movimento argumenta que a redução da jornada, ao contrário do que dizem empresas, não prejudica a economia e aumenta a produtividade, sendo uma questão de justiça social e um direito dos trabalhadores.
Presidente da CUT/Brasília, professor Rodrigo Rodrigues - Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
O presidente da Central Única dos Trabalhadores no Distrito Federal (CUT-DF), Rodrigo Rodrigues, cita exemplos de sucesso na redução da jornada e critica o que classificou como "terrorismo" feito por algumas empresas.
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Sindicatos realizam ato pelo direito ao descanso e fim da escala 6x1
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