Renda Fixa Hoje: confira as taxas de CDBs, LCIs e LCAs na XP com corte da Selic
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O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quinta-feira (30), CDBs com taxas prefixadas de até 14,500% ao ano com vencimento em mais de 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+ 8,400% em 1 ano e os pós-fixados até 104,5% do CDI em mais de 12 meses.
LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,700% em mais de 1 ano, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+5,560% em 12 meses e as pós-fixadas pagam até 83,6% do CDI em 1 ano.
LCIs prefixadas pagam até 11,370% em 12 meses, enquanto as pós-fixadas pagam até 84,5% do CDI em 1 ano.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
CDB BMG
Taxa: IPCA+ 8,260%
Vencimento: outubro/2029
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CDB BANCO C6
Taxa: 103% do CDI
Vencimento: abril/2032
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LCA SICOOB
Taxa: 92% do CDI
Vencimento: março/2033
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quinta-feira (30)
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Cenário Renda Fixa da XP
Os juros futuros encerraram a quarta-feira (29) com altas firmes ao longo de toda a curva, em um ambiente de cautela antes da decisão do Copom e sob forte influência do cenário externo. A combinação de petróleo em disparada e incertezas geopolíticas pressionou as taxas, com impacto tanto na ponta curta quanto na longa.
Na ponta curta, o movimento refletiu principalmente a reavaliação das expectativas para a política monetária. Apesar da aposta majoritária em um corte de 25 pontos-base da Selic, o mercado passou a incorporar uma visão mais cautelosa do Banco Central, diante da deterioração das expectativas de inflação e dos riscos associados à guerra.
Indicadores domésticos também contribuíram para esse cenário. Dados mais fortes de atividade, como o Caged acima do esperado, e a alta dos preços ao produtor reforçaram a percepção de pressões inflacionárias persistentes, limitando o espaço para cortes mais agressivos da taxa básica.
Na ponta longa, a pressão foi ainda mais evidente, refletindo o ambiente externo adverso. O petróleo Brent próximo de US$120 intensificou os temores inflacionários globais, enquanto as incertezas sobre o conflito no Oriente Médio elevaram os prêmios de risco.
Além disso, a manutenção dos juros pelo Federal Reserve, com sinalização de inflação ainda elevada, contribuiu para sustentar os rendimentos dos Treasuries e reforçar a abertura das taxas brasileiras de longo prazo.
Assim, o comportamento da curva evidenciou uma dinâmica clara: a ponta curta reagiu à cautela com a trajetória da Selic e às pressões inflacionárias domésticas, enquanto a ponta longa refletiu principalmente o choque externo, com petróleo elevado, juros globais pressionados e maior percepção de risco.
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