Instituto de Longevidade MAG comemora 10 anos com estudos sobre envelhecimento
Criada em 2016, entidade produz dados, conteúdos e análises para preparação financeira, qualidade de vida e adaptação de cidades de uma população que vive cada vez mais The post Instituto de Longevidade MAG comemora 10 anos com estudos sobre envelhecimento appeared first on InfoMoney.

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O envelhecimento acelerado da população brasileira, um fenômeno já observado em economias desenvolvidas, tem alterado padrões de consumo, relações de trabalho e estratégias empresariais no país também em países de renda média ou baixa.
A chamada população 50+ deixou de ser tratada apenas como recorte demográfico e passou a influenciar o desenho de produtos, serviços e políticas públicas.
É nesse contexto que o Instituto de Longevidade MAG chega aos dez anos com a proposta de ampliar sua atuação como produtor de dados, conteúdo e análises sobre o impacto do aumento da expectativa de vida no país.
Segundo Nilton Molina, presidente da entidade, a discussão sobre longevidade deixou de ser restrita a pessoas idosas.
“Falar sobre longevidade é falar de futuro. Estamos vivendo uma transformação profunda, que começa muito antes e impacta toda a trajetória de vida das pessoas”
Criado com o objetivo de estimular a discussão sobre os efeitos do envelhecimento populacional, o Instituto passou a concentrar iniciativas voltadas à preparação financeira, à qualidade de vida e à adaptação de cidades e mercados a uma população que vive cada vez mais.
Ao longo da última década, a entidade estruturou uma agenda que combina estudos, indicadores e materiais educativos. Entre os principais projetos desenvolvidos está o Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade (IDL), criado em 2017.
O indicador usa dados públicos para medir o grau de preparação dos municípios brasileiros diante do envelhecimento da população. A proposta é avaliar a capacidade das cidades de oferecer infraestrutura, serviços e condições de bem-estar ao longo do tempo.
Além do IDL, o Instituto desenvolveu indicadores macroeconômicos voltados ao comportamento econômico da população mais velha. Um deles, o IPCA 50+ e IPCA para aposentados, adapta o índice oficial de inflação (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) para refletir o consumo de pessoas com mais de 50 anos ou de aposentados.
Outro, o Mercado de Trabalho 50+, analisa a inserção desse grupo no mercado de trabalho, com base em dados da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios).
A produção de conteúdo educativo também se tornou um dos eixos de atuação. Entre os materiais estão guias sobre planejamento financeiro, crédito consciente e transição de carreira.
Segundo Molina, o objetivo é incentivar uma visão mais consciente e uma vida financeira planejada desde o início da vida adulta.
“Quando transformamos informação em decisão, permitimos que as pessoas tenham liberdade de escolha e contribuímos para trajetórias mais equilibradas, com mais bem-estar e qualidade de vida no futuro.”
Mais recentemente, a instituição lançou webséries voltadas ao letramento digital, para orientar o uso de tecnologia de forma assertiva e segura, como a “Digital Sem Medo” e a “Longevidade: O futuro é hoje”, ampliando o acesso a conteúdos informativos por meio de novos formatos e linguagens.
Para os próximos anos, o Instituto pretende consolidar sua atuação como um centro de inteligência em longevidade, integrando dados, comportamento e análise estratégica. A ideia é contribuir para a construção de soluções que respondam a um país que envelhece rapidamente, com impactos diretos sobre o sistema de proteção social, o mercado de trabalho e o setor de seguros.

Premiações e reconhecimentos
O trabalho desenvolvido ao longo da última década também foi reconhecido por premiações nacionais e internacionais.
Em 2026, o Instituto de Longevidade MAG foi destaque na categoria “Instituições da sociedade civil” na primeira edição do Prêmio bstory — A experiência que transforma.
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Instituto de Longevidade MAG comemora 10 anos com estudos sobre envelhecimento
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