1º de Maio tem atos pró e contra o governo esvaziados em São Paulo
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Atos esvaziados pró e contra o governo federal marcam o Dia do Trabalhador nesta quinta-feira (1º) em São Paulo.
Do lato petista, o principal evento, organizado pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, ocorreu no bairro da Liberdade, reunindo apresentações musicais ao longo do dia e discursos Fernando Haddad, Simone Tebet e Marina Silva. Eram esperadas ao menos mil pessoas, mas cerca de 400 de fato compareceram, segundo O Poder 360.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no entanto, não participou presencialmente pelo segundo ano consecutivo.
A ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, usou sua fala para criticar a não aprovação do ex-Advogado Geral da União, Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal, afirmando que o movimento não foi só uma derrota do presidente Lula, mas uma derrota para todo o Brasil.
Já a ex-ministra Simone Tebet defendeu o fim da escala 6 por 1, sem redução salarial, classificando-a como um “avanço” e afirmando que o Brasil não quebrará com a medida, assim como não quebrou “quando a gente passou de 15 dias de férias para 30 dias, como não quebrou com a aprovação do décimo terceiro salário e, com horas extras.”
Leia mais: Tebet: Brasil não quebra com fim da 6×1, como não quebrou com férias de 30 dias
Além disso, ocorreram atos na Praça Roosevelt, na Praça da República e no Paço Municipal, em São Bernardo do Campo, região metropolitana de São Paulo.
O fim da escala 6×1, a valorização do salário mínimo, a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda e a regulamentação do trabalho por aplicativos foram as principais bandeiras defendidas nesses atos.
Já grupos de oposição ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro realizam um ato na Avenida Paulista — palco que chegou a ser solicitado pela organização da manifestação pró-governo, mas já havia sido reservado pelo grupo “Patriotas do QG” , ainda em 2024, segundo apuração do UOL. O ato reuniu 95 pessoas, segundo o Poder 360.
As pautas trazidas pelos bolsonaristas foram mais amplas, com críticas ao custo de vida, à carga tributária e à condução da política econômica, além de defesa de maior liberdade econômica e outras bandeiras de caráter político e institucional.
Fora de São Paulo, há registros de manifestações em Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre e Salvador, entre outras.
(Texto em atualização)
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